A banda sueco-brasileira Elephant Run, do selo +um HITS, lança Laser Fields, primeiro single do próximo álbum, Infrared. Com um groove que remete à influências do indie e do rock dos anos 80, a faixa foi criada para trazer um lado contagiante ao repertório da banda. A letra é assinada pela vocalista e pianista do projeto, Amanda Wahlström Plantin. “Laser Fields é a porta de entrada para o novo álbum, Infrared, que explora a ideia de tudo que existe para além da nossa percepção imediata: emoções, forças, memórias, motivações e tempo”, conta a voz da Elephant Run, que também conta com Fernando Coelho (guitarra e synths), Ladislau Kardos (bateria) e Renato Cortez (baixo). A música chega acompanhada de um videoclipe dirigido por Carlos Zalasik. Assista ao vídeo aqui e ouça nas plataformas de streaming aqui.
Gravada no estúdio Mato Records, do baixista Renato Cortez, Laser Fields aborda uma visão transcendente sobre as buscas pessoais dos artistas. “A música fala sobre o que acontece quando deixamos de nos satisfazer com aquilo que já conseguimos ver e passamos a buscar o que está além do espectro visível, tanto no sentido literal quanto no metafórico, e como essa curiosidade pode nos levar à descoberta, mas também à obsessão”, explica Amanda que, mesmo conceituando a poética do single, deixa ele aberto para interpretações. “Talvez seja o caso de não tentar encontrar uma única interpretação para a música. Ela nasceu de uma ideia muito específica, mas eu gosto quando as canções ganham vida própria. Se alguém ouvir Laser Fields e enxergar algo completamente diferente do que eu, isso significa que a música cumpriu o seu papel”, conclui ela.
Sobre o clipe, Carlos Zalasik, conhecido por seu trabalho como diretor de fotografia de filmes e séries, conta: “A ideia inicial foi colocar a banda tocando ao vivo em um cenário e ter um canhão de laser como protagonista da imagem. Takes míopes, coloridos e uma edição dinâmica valorizando a canção. Cena a cena o foco vai sugerindo o que o observador vai receber sensorialmente”.

Capa de Laser Fields por Fernando Coelho (@colagens_do_coelho)
CAPA
Com design assinado pelo guitarrista Fernando Coelho, a capa de Laser Fields também dialoga com a letra e o conceito de buscar sentidos e realidades que, mesmo não visíveis, estão presentes no nosso cotidiano. “Para a capa desse single usamos o surrealismo que as colagens trazem, com imagens do universo da banda, como as montanhas de Minas Gerais, equipamentos analógicos no cesto – que os personagens da capa do primeiro disco carregam –, e o rosto da coruja que trás uma continuidade para a capa do nosso disco anterior, Leftover Land, de 2024″, comenta Coelho.
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FICHA TÉCNICA
Música
Amanda W. Plantin – Piano, synths e voz
Ladislau Kardos – Bateria
Fernando Coelho – Guitarra, synths
Renato Cortez – Baixo
Mixagem – Renato Cortez, Mato Records (@matorecords)
Master: Jonas Sioström, Dynamic Audio
Design: Fernando Coelho (@colagens_do_coelho)
Selo: +um HITS
Vídeo
Direção e direção de fotografia: Carlos Zalasik (@carloszalsik)
Assistente de câmera: Flora Zalasik (@flora.jaburzalasik)
Gaffer: Marcelo Godoi (@marcelotchetche)
Luz e Câmera: Inacreditável Produções (@inacreditavellocadora)
Montagem: Tiago Feliciano (@tiagofeliciano)
Cor: Márcio Pasqualino (@marciopasqualino)
Iluminação: João Nunes (@joao.nunez)
Maquiagem: Victória DiLallo (@vic.dilallo)
LINKS
SOBRE ELEPHANT RUN
A Elephant Run é uma banda sueco-brasileira que cria um rock alternativo com uma sonoridade chamada pelo grupo de “nordic tropical”: uma mistura de vocais marcantes, guitarras ricas em texturas, atmosferas de rock psicodélico e detalhes de art-rock sustentados por melodias fortes.
A banda surgiu em 2014, quando a tecladista e vocalista Amanda Wahlström Plantin mudou-se de Malmö, na Suécia, para São Paulo/SP e conheceu o baterista Ladislau Kardos em um festival de música. Com a entrada do guitarrista e artista visual Fernando Coelho e, posteriormente, do baixista Renato Cortez, o grupo começou a compor e gravar em estúdios caseiros na região de São Paulo, adotando o nome Elephant Run e lançando seu álbum de estreia homônimo em 2017, capturando a energia crua de seus primeiros tempos.
Em 2018, Amanda retornou à Suécia e, mesmo com a distância, eles mantiveram contato como amigos, até finalmente se reunirem no estúdio Mato Records, nas montanhas de Minas Gerais, onde gravaram seu segundo álbum, Leftover Land (2024), obra de arranjos elaborados e sonoridade singular, que une o nórdico ao tropical de maneira mais aprofundada.
Nos últimos anos, a banda tem se apresentado em importantes casas de show do Brasil, como o Bar Ocidente, em Porto Alegre (2026); a Audio Rebel, no Rio de Janeiro (2024); o Bar alto, em São Paulo (2024); e a Casa Rockambole, também em São Paulo (2026).
Em 2026, a Elephant Run lança seu terceiro álbum, chamado Infrared, um trabalho mais eclético, que explora arranjos, timbres e texturas mais complexas com o objetivo de convidar o ouvinte à uma audição mais ativa.
Crédito imagem: Elephant Run por Rodrigo Erib
